segunda-feira, 16 de novembro de 2020

 Gastronomia da Groenlândia

🇬🇱; uma cozinha desenvolvida com os ingredientes naturais do seu ecossistema , clima, fauna e flora.
A culinária gronelandesa é tradicionalmente baseada em carne de mamíferos marinhos, caça local, pássaros, crustáceos, peixes, baleias, algas marinhas e plantas nativas, que normalmente contém altos níveis de proteína.
A cultura culinária groenlandesa está intimamente ligada a uma forte solidariedade social da antiga comunidade de caçadores, onde era vitalmente necessário, que a captura fosse compartilhada entre os seus povos e etnias.
O clima e o ambiente natural ártico faz a cozinha groenlandesa única.
Os ingredientes básicos consistem de peixes, algas, aves, plantas nativas, da caça (morsas, renas, cervos, perdizes, focas e baleias) e de frutos silvestres.
Os legumes e frutas são importados, dado o clima severo.
O prato nacional groenlandês é o suaasat, uma sopa saborosa preparada com carne de foca cozida, arroz e cebolas. É simples a preparar.
Uma outra especialidade é o Mattak: Pele de baleia com uma fina camada de gordura.
É comido cru, cortado em quadrados, sendo uma excelente fonte de vitamina C.
Há pratos como o Kiviaq, certamente muito longe da nossa culinária ocidental, tanto no que respeita a sua preparação, que a sua degustação, apesar dos groenlandeses, que o consideram um prato típico para preparar durante os dias feriados, aniversários e casamentos (aves marinhas caçadas, chamadas Auk).
Depois disso é inserida em uma bolsa (pele da foca) que será colocada sob uma rocha, permanecendo aqui para amadurecer durante seis meses.
Durante esse tempo o saco é removido, aberta a foca e retiradas as aves, que vão ser consumidas sem cozimento.
Mais adequados para os nossos gostos são os pratos como o boi almiscarado, as costeletas de cordeiro, a carne de baleia fumada e a salsicha de cordeiro.
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 Mais 1 vinho brasileiro ganhou concurso internacional

13º maior produtor de vinhos do mundo, o Brasil tem mais um vinho medalha de ouro em um concurso internacional.
O chardonnay, a “rainha das uvas brancas”, da Vinícola Gazzarro, de Flores da Cunha (RS), levou o prêmio no International Awards Virtus, realizado em Lisboa de 8 a 10 de fevereiro.
O vinho da Serra Gaúcha desbancou 413 amostras de 12 países, entre vinhos, espumantes, destilados e azeites, em um júri formado por 37 degustadores que fizeram a avaliação.
Chardornnay é responsável por produzir os mais famosos vinhos brancos e espumantes
Serra Gaúcha no topo da produção nacional
Um dos principais produtores de vinho do mundo, com 90% da produção concentrada no Rio Grande do Sul, a história da vinícola Gazzarro data de 1896, quando o italiano Pietro Gazzo cria uma pequena produção de vinhos na região.
Videira de origem francesa, originária da Borgonha, a uva Chardornnay é responsável por produzir os mais famosos vinhos brancos e espumantes do mundo.


Domaine Père-Caboche é um dos mais antigos de Châteauneuf du Pape, região vinícola no sul da França. A família tem mais de 4 séculos de tradição. Hoje a vinícola é comandada por Emilie Boisson, enóloga da mais nova geração da família.
Algumas das uvas deste vinho foram colhidas em vinhas plantadas em 1906, pelo avô de Émile, ou seja, possuem 110 anos de idade! Quase não há vinhas mais velhas no mundo.
O Domaine Père Caboche Châteauneuf du Pape Rouge 2016 recebeu 91 Pontos de Antonio Galloni, da Vinous, 92 Pontos de Robert Parker e 93 de Jeb Dunnuck.
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 “LEMBRE-SE: Fique rico. Construa sua empresa. Torne-se bem sucedido. Mude o mundo. Mas não perca sua alma no processo”.

É muito mais prazeroso caminhar com quem está por cima. Quando se é a bola 🎱 da vez. Sentar-se a mesa dos famozinhos. Desculpem-me, nós não somos assim. Estamos fazendo o caminho contrário daqueles que são considerados “case de sucesso”. Estamos caminhando como pequenos, não nos consideramos alguma coisa, acontecemos porque Deus quem determina todas as coisas. Uma coisa nós podemos te dizer.
Para cada dia de vergonha, a dupla honra!!!

terça-feira, 13 de outubro de 2015

Personal chef, Consultor, Instrutor,
Gastronomia para eventos corporativos e familiares
Fone: 112892.3986

terça-feira, 14 de julho de 2015









Canelone (português) ou o Cannellone (italiano no singular) ou o Cannelloni (italiano no plural)...???

O nome se origina de cano ou canudo, como era de se esperar pelo formato da coisa e existe na Itália desde dois mil anos atrás. Nessa época, existia já a panqueca e também o laganum, que deu origem à nossa maravilhosa lasanha. O canelone foi inspirado no escorrimento das águas no aquedutos romanos.







sexta-feira, 10 de julho de 2015






RISOTO DE OSSO BUCO ALLA MILANESE...

A receita, diz a história, vem da região da Lombardia. De Milão, mais precisamente. Não leva muitos ingredientes, não precisa de alta técnica gastronômica, mas há que se ter os cuidados de sempre. Bons ingredientes, paciência e um cuidado especial na hora de escolher uma receita. Há as que levam vinho branco. Outras indicam vinho tinto. Há o Ossubuco Alla Milanese e o Ossobuco que não passa pela farinha. Mas, funda- mentalmente, é uma receita italiana, um ensopado de canela de boi ou de vitela de boi, cozida em fogo baixo com um bom molho que dá substância ao prato.
O SEGREDO DO OSSO BUCO...
A canela do boi é fatiada em cinco pedaços. Os três primeiros usados para o ossobuco. Os dois últimos, onde tem menos carne, servem apenas para fornecer o tutano para o risoto. Ossobuco que dizer, em italiano, osso oco. A maior parte tem quatro ou cinco centímetros de altura. Alguns cozinheiros amarram a carne para que ela não se desprenda do osso. Há que se ter cuidado também para que o tutano não caia do osso. O italiano tira o tutano de colherzinha e serve junto com a carne. E com um bom vinho italiano, claro.












quarta-feira, 3 de junho de 2015

Filosofando na cozinha...

Quando comecei, a escrever sobre comida pensei que seria mamão com açúcar. Só que depois de um certo tempo dá crepe, você percebe que comeu gato por lebre e acaba ficando com uma batata quente nas mãos. Como rapadura é doce mas não é mole, nem sempre você tem idéias e pra descascar esse abacaxi só metendo a mão na massa.
E não adianta chorar as pitangas ou, simplesmente, mandar tudo às favas.

Já que é pelo estômago que se conquista o leitor, o negócio é ir comendo o mingau pelas beiradas, cozinhando em banho-maria, porque é de grão em grão que a galinha enche o papo.
Contudo é preciso tomar cuidado para não azedar, passar do ponto, encher linguiça demais. Além disso, deve-se ter consciência de que é necessário comer o pão que o diabo amassou para vender o seu peixe. Afinal não se faz uma boa omelete sem antes quebrar os ovos.

Há quem pense que escrever é como tirar doce da boca de criança e vai com muita sede ao pote. Mas, como o apressado come cru, essa gente acaba falando muita abobrinha, são escritores de meia tigela, trocam alhos por bugalhos e confundem Carolina de Sá Leitão com caçarolinha de assar leitão.

Há também aqueles que são arroz de festa, com a faca e o queijo nas mãos eles se perdem em devaneios (piram na batatinha, viajam na maionese... etc.). Achando que beleza não põe mesa, pisam no tomate, enfiam o pé na jaca, e no fim quem paga o pato é o leitor que sai com cara de quem comeu e não gostou.

O importante é não cuspir no prato em que se come, pois quem lê não é tudo farinha do mesmo saco. Diversificar é a melhor receita para engrossar o caldo e oferecer um texto de se comer com os olhos, literalmente.

Por outro lado, se você tiver os olhos maiores que a barriga o negócio desanda e vira um verdadeiro angu de caroço. Aí, não adianta chorar sobre o leite derramado porque ninguém vai colocar uma azeitona na sua empadinha, não. O pepino é só seu, e o máximo que você vai ganhar é uma banana, afinal pimenta nos olhos dos outros é refresco...

A carne é fraca, eu sei. Às vezes dá vontade de largar tudo e ir plantar batatas. Mas quem não arrisca não petisca, e depois, quando se junta a fome com a vontade de comer, as coisas mudam da água pro vinho.

Se embananar, de vez em quando, é normal, o importante é não desistir mesmo quando o caldo entornar. Puxe a brasa pra sua sardinha, que no frigir dos ovos a conversa chega na cozinha e fica de se comer rezando. Daí, com água na boca, é só saborear, porque o que não mata engorda.
Entendeu o que significa no frigir dos ovos?

quarta-feira, 5 de março de 2014

segunda-feira, 19 de março de 2012

Tradição Italiana com a Porchetta

É 
Chegado o fim de mais um ano, estamos próximos de uma data onde deixamos as vaidades estéticas de lado e nos dedicamos aos sabores da cozinha, claro da cozinha da mãe, da vovó, daquela tia que só produz pratos deliciosos, um bom pernil assado com cachaça, peru com molho de frutas vermelhas, rabanadas, arroz doce com ganache de chocolate e nozes picadas, Frutas secas? Que nada, torta holandesa, e quem sabe uma fatia de cordeiro com molho de hortelã, e porque não um arroz de bacalhau com brócolis e lâminas de alho regado com muito azeite, e para encerrar um cafezinho, claro, tudo isto as 03h30min da manhã, para nós, no dia seguinte começar tudo novamente com aquele famoso prato da cozinha francesa “RESTODONTE” para quem não entendeu “O RESTO DE ONTEM” até o dia 31/12, depois voltamos novamente à rotina.

Sabor de Tradição
porchetta1 300x202 Da série o homem na cozinha: tradição Italiana com a Porchetta

Originária da região da Umbria, mas provavelmente de ascendência etrusca, a porchetta é uma especialidade muito popular nas festas de fim de ano na Itália. Nas festas italianas de fim de ano, é tradição comer porchetta. – um suíno desossado, do qual se retira o pernil e a paleta, recheado, temperado e assado inteiro no forno. O animal deve ter no máximo 1 ano de idade e ser uma leitoa, mas também serve o leitãozinho, desde que a carne não apresente catinga. Comida de rua, mas igualmente de casa, originou-se na Umbria, migrou para Lazio e, a seguir, alcançou popularidade em toda a Itália central. É talvez uma das receitas mais antigas da culinária do Ocidente. Pesquisas recentes comprovam a existência de um tipo de porchetta nos banquetes etruscos, o povo que até 500 anos a.C., quando foi varrido do mapa pelos romanos, formou a poderosa nação Etrúria, cujo território abrangia toda a atual Toscana e parte da Umbria.
Cortada em fatia como se fosse um enorme salame, comporta ser saboreado quente acompanhado de batatas assadas, mas a maioria das pessoas prefere fria, harmonizada com salada, ou dentro do pão, como sanduíche.

Porchetta Da série o homem na cozinha: tradição Italiana com a Porchetta

Ingredientes:
(Cerca de 30 a 40 porções)

Lateral de uma porchetta (leitoazinha) já desossada, sem a paleta e o pernil, pesando cerca de 12 kg
8 dentes de alho picados finamente
2 colheres (sopa) de sementes de erva-doce
1 xícara (chá) de folhas de manjericão
1 xícara (chá) de folhas de sálvia
5 ramos de alecrim
½ colher (sopa) de pimenta-malagueta picada
Suco de 3 limões sicilianos
Suco de 5 laranjas
1 xícara (chá) de aceto balsâmico ou vinagre de vinho tinto
300 ml de óleo de oliva
1 xícara (chá) de óleo de girassol
1 kg de lingüiça calabresa fresca (sem a pele) bem desmanchada
10 fatias de pancetta ou bacon
1 litro de caldo de carne, frango ou legumes
Sal e pimenta-do-reino moída na hora a gosto
Batatas cruas, cortadas em fatias grossas para forrar a assadeira

cortgigi1 300x240 Da série o homem na cozinha: tradição Italiana com a Porchetta

Limpe bem a porchetta, seque-a e esfregue-a por dentro e por fora com o sal e a pimenta-do-reino. Misture os dentes de alho com as sementes de erva-doce, as folhas aromáticas, a malagueta, espalhando tudo sobre a carne. Regue com o suco dos cítricos, o aceto balsâmico, os dois tipos de óleo e deixe marinar nesses temperos por uma noite. No dia seguinte, espalhe no interior da porchetta a linguiça já desmanchada, distribua ao longo da porchetta as fatias de pancetta ou bacon e comece a enrolar a carne, dobrando-a firmemente sobre o recheio. Depois da carne bem enrolada, amarre-a com um barbante, em intervalos regulares. Faça alguns furos na porchetta e vele-a ao forno médio (180°C) em uma assadeira forrada com uma camada de batatas fatiadas (para a carne não grudar no fundo). Regue com a marinada, junte o caldo de carne e deixe no forno por 1 hora. Vire a porchetta e asse por mais meia hora. Cubra-a com papel alumínio e deixe assando por mais 1 ½ hora, regando de vez em quando com o caldo da assadeira. No final, retire o alumínio, aumente a temperatura do forno para quente (220°C) e deixe dourar, por ½ hora.
Quando estiver pronta, retire da assadeira e espere esfriar naturalmente, em temperatura ambiente, por cerca de 3 horas. Leve a geladeira e fatie no dia seguinte. Sirva como antipasto ou entrada, acompanhada de farofa, fatias de limão siciliano, salada ou dentro do pão italiano.
Meu Deuuuuusssssssssssss…tá, tá, rá, tá tá, pediu para parar parou. 














Chef Paulo Porcaro

Seja bem Vindo!!!

Espero que possam apreciar tudo que estarei postando aqui, como o titulo sugerido vou comentar um pouco sobre Gastronomia e suas delícias com uma linguagem simples sem muitos termos técnicos gastronômicos, logo de cara estarei postando receitas de tortas que foram ensinadas por minha avó (Dnª Aurea) passadas para minha querida tia e culinariasta(tia tuca), e estarei reproduzindo e comercializando estas tortas...e outros procedimentos, mas sempre no intuíto de promover o alimento e aquilo que ele pode proporcionar ao nosso paladar, obrigado e sinta-se como se estivesse em sua cozinha...



chefpauloporcaro