terça-feira, 13 de outubro de 2015

Personal chef, Consultor, Instrutor,
Gastronomia para eventos corporativos e familiares
Fone: 112892.3986

terça-feira, 14 de julho de 2015









Canelone (português) ou o Cannellone (italiano no singular) ou o Cannelloni (italiano no plural)...???

O nome se origina de cano ou canudo, como era de se esperar pelo formato da coisa e existe na Itália desde dois mil anos atrás. Nessa época, existia já a panqueca e também o laganum, que deu origem à nossa maravilhosa lasanha. O canelone foi inspirado no escorrimento das águas no aquedutos romanos.







sexta-feira, 10 de julho de 2015






RISOTO DE OSSO BUCO ALLA MILANESE...

A receita, diz a história, vem da região da Lombardia. De Milão, mais precisamente. Não leva muitos ingredientes, não precisa de alta técnica gastronômica, mas há que se ter os cuidados de sempre. Bons ingredientes, paciência e um cuidado especial na hora de escolher uma receita. Há as que levam vinho branco. Outras indicam vinho tinto. Há o Ossubuco Alla Milanese e o Ossobuco que não passa pela farinha. Mas, funda- mentalmente, é uma receita italiana, um ensopado de canela de boi ou de vitela de boi, cozida em fogo baixo com um bom molho que dá substância ao prato.
O SEGREDO DO OSSO BUCO...
A canela do boi é fatiada em cinco pedaços. Os três primeiros usados para o ossobuco. Os dois últimos, onde tem menos carne, servem apenas para fornecer o tutano para o risoto. Ossobuco que dizer, em italiano, osso oco. A maior parte tem quatro ou cinco centímetros de altura. Alguns cozinheiros amarram a carne para que ela não se desprenda do osso. Há que se ter cuidado também para que o tutano não caia do osso. O italiano tira o tutano de colherzinha e serve junto com a carne. E com um bom vinho italiano, claro.












quarta-feira, 3 de junho de 2015

Filosofando na cozinha...

Quando comecei, a escrever sobre comida pensei que seria mamão com açúcar. Só que depois de um certo tempo dá crepe, você percebe que comeu gato por lebre e acaba ficando com uma batata quente nas mãos. Como rapadura é doce mas não é mole, nem sempre você tem idéias e pra descascar esse abacaxi só metendo a mão na massa.
E não adianta chorar as pitangas ou, simplesmente, mandar tudo às favas.

Já que é pelo estômago que se conquista o leitor, o negócio é ir comendo o mingau pelas beiradas, cozinhando em banho-maria, porque é de grão em grão que a galinha enche o papo.
Contudo é preciso tomar cuidado para não azedar, passar do ponto, encher linguiça demais. Além disso, deve-se ter consciência de que é necessário comer o pão que o diabo amassou para vender o seu peixe. Afinal não se faz uma boa omelete sem antes quebrar os ovos.

Há quem pense que escrever é como tirar doce da boca de criança e vai com muita sede ao pote. Mas, como o apressado come cru, essa gente acaba falando muita abobrinha, são escritores de meia tigela, trocam alhos por bugalhos e confundem Carolina de Sá Leitão com caçarolinha de assar leitão.

Há também aqueles que são arroz de festa, com a faca e o queijo nas mãos eles se perdem em devaneios (piram na batatinha, viajam na maionese... etc.). Achando que beleza não põe mesa, pisam no tomate, enfiam o pé na jaca, e no fim quem paga o pato é o leitor que sai com cara de quem comeu e não gostou.

O importante é não cuspir no prato em que se come, pois quem lê não é tudo farinha do mesmo saco. Diversificar é a melhor receita para engrossar o caldo e oferecer um texto de se comer com os olhos, literalmente.

Por outro lado, se você tiver os olhos maiores que a barriga o negócio desanda e vira um verdadeiro angu de caroço. Aí, não adianta chorar sobre o leite derramado porque ninguém vai colocar uma azeitona na sua empadinha, não. O pepino é só seu, e o máximo que você vai ganhar é uma banana, afinal pimenta nos olhos dos outros é refresco...

A carne é fraca, eu sei. Às vezes dá vontade de largar tudo e ir plantar batatas. Mas quem não arrisca não petisca, e depois, quando se junta a fome com a vontade de comer, as coisas mudam da água pro vinho.

Se embananar, de vez em quando, é normal, o importante é não desistir mesmo quando o caldo entornar. Puxe a brasa pra sua sardinha, que no frigir dos ovos a conversa chega na cozinha e fica de se comer rezando. Daí, com água na boca, é só saborear, porque o que não mata engorda.
Entendeu o que significa no frigir dos ovos?

Seja bem Vindo!!!

Espero que possam apreciar tudo que estarei postando aqui, como o titulo sugerido vou comentar um pouco sobre Gastronomia e suas delícias com uma linguagem simples sem muitos termos técnicos gastronômicos, logo de cara estarei postando receitas de tortas que foram ensinadas por minha avó (Dnª Aurea) passadas para minha querida tia e culinariasta(tia tuca), e estarei reproduzindo e comercializando estas tortas...e outros procedimentos, mas sempre no intuíto de promover o alimento e aquilo que ele pode proporcionar ao nosso paladar, obrigado e sinta-se como se estivesse em sua cozinha...



chefpauloporcaro